Uma das mais importantes  decisões relacionadas ao SEO é a escolha correta do CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo). Seu CMS pode deixar o SEO fácil ou, em alguns casos, torná-lo virtualmente impossível. A seguir 14 fatores cruciais que você deve verificar em um CMS antes de se comprometer a usá-lo.

1. Controle sobre títulos, tags H1 e meta descriptions.
Você pode ficar chocado, mas mesmo no século 21, ainda há CMS’ que não oferecem controle sobre esses elementos básicos da página. Pior, muitas vezes o fornecedor desses sistemas cobra valores exorbitantes para fazer essa mudança, tratando-a como um projeto de customização. Simplesmente insista nessas capacidades e, se isso custar algo extra, procure outro sistema.

2. Controle sobre os atributos alt das imagens.
Certifique-se de que você tem a habilidade de implementar o atributo alt em suas tags de imagem. Essa é melhor maneira que você tem para dizer a um mecanismo de busca do que se trata uma imagem. Essa capacidade é indispensável.

3. Texto de âncora personalizado. Outra característica que não pode faltar. Garanta que o CMS escolhido permita que você faça isso. Não assuma que esse é um recurso padrão, pois ele está ausente em muitos sistemas.

4. Suporte a nofollow, noindex. Mesmo que dê para viver sem este aqui, lembre-se de que essa capacidade pode poupar você de pesadelos com conteúdo duplicado, além de ser últil para fazer escultura básica de PageRank.

5. Evite complicações com textos ocultos. Muitos CMS’ fazem uso legitimo de display: none, mas há diversas outras maneiras de criar texto oculto. Grande parte desses usos são legítimos e não devem causar aborrecimentos. Entretanto, procure alguns comentários sobre o seu CMS potencial em fóruns e veja se alguém teve problemas de texto com ele.

6. Redirecionamentos canônicos. Verifique se você pode implementar um redirecionamento canônico apropriado (usando o código 301!). Além disso, cheque a maneira que o CMS manipula o ocumento padrão. Você quer acabar com todos os seus links internos apontado para www.seudomínio.com/index.html (ou algo similar)? Isso não é desejável.

7. Redirecionamentos padrão. Com sorte, os redirecionamentos padrão serão 301. Caso contrário, deve ser simples selecionar um 301. Se não for desse modo, em algum ponto do futuro um desenvolvedor bem intencionado vai acabar usando um 302 por acidente.

8. Urls limpas sem parãmetros de sessão. É crítico que seu CMS não se apóie em IDs de sessão em suas URLs (nem a encha de outros parâmetros). O CMS deve usar cookies para enviar dados sobre os usuários e aceitar o fato de que usuários sem cookies terão uma performance pior.

9. Estrutura de URLs customizável. O criador do CMS não deve ser a pessoa que decide a estrutura de URLs de seu site. O seu time de SEO é quem faz isso. Não aceite um CMS que não permita controlar esse recurso.

10. Breadcrumbs. Esse elemento de navegação realmente reforça a estrutura do site para os crawlers dos mecanismos de busca. Os breadcrumbs ajudam a passar o “tema” do seu site de uma maneira otimizada.

11. Controle de conteúdo duplicado. Esse é um dos problemas mais comuns de um CMS. Muitos deles criam grandes quantidades de conteúdo duplicado. Os realmente bons ou evitam isso de maneira competente ou oferecem uma maneira de acertar isso.

12. Otimização escalável. Em sites grandes você não poderá otimizar páginas no braço. Será necessária uma maneira escalável de acertá-las — para isso é necessário que seu CMS tenha flexibilidade.

13. Um modo de publicar artigos de modo opicional. Em um site grande você pode ter um catálogo de páginas que são publicadas com informações provenientes de um banco de dados. Você pode querer suplementar isso com algum conteúdo escrito a mão, mas se existirem milhares de páginas você só conseguirá fazer isso com algumas delas. Se o seu CMS permite a você escrever partes do conteúdo, enquanto outras são geradas dinãmicamente,  isso é uma vantagem.

14. Geração de sitemap. Como o seu CMS está ajudando na geração do site, ele deve estar também preparado para ajudar você a criar um mapa do site em XML.

Bons CMS’, amigáveis aos mecanismos de buscas, existem. Alguns exemplos são o Drupal, o Joomla e o PixelSilk. Logicamente plataformas de blogging como o WordPress trabalham bem para esses propósitos também.

Adiante-se e invista tempo para analisar essas questões. Isso pode poupar você de muita dor de cabeça no futuro.

Não escrevi. Só traduzi daqui.

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