Publicado em 21 de julho de 2009

Quem trabalha com SEO já ouviu falar muito da tag HTML H1. A crença comum é que, se usada corretamente, ela pode aumentar a força de determinadas palavras-chave em um documento, fazendo com que ele alcance uma posição melhor nas buscas por esses termos.

Como mostra o Google Search Engine Ranking Factors, da SEOmoz, os Gurus do SEO não entram em um consenso sobre a utilidade dessa tag. Gente como Russ Jones e Thomas Bindl a consideram como o segundo mais importante critério on-page. Outros como Aaron Wall e Caveman alertam para o fato de que não se deve replicar o conteúdo do title e da meta description no H1. Já Ben Pfeiffer e Todd Malicoat acham que ela já não tem tanta importância quanto antes e caras como Jill Whalen acreditam que ela não tem utilidade nenhuma.

As outras heading tags (H2, H3, H4, H5 e H6), aliás, também têm valor. Elas devem ser usadas nos subtopicos das páginas. O Thomas Bindl diz, inclusive, que pode acontecer até de tags H2 e H3 terem o mesmo peso da H1.

Como usar a H1

A posição mais comum da tag H1 é o título da página (não confunda com o título do documento, que aparece na barra do navegador e é exibido nas SERP). Posts de blog e notícias geralmente usam a tag nessa posição. Quando se está em um canal ou subcanal, a melhor posição para a tag é o nome da seção, que normalmente inclui as palavras-chave mais importantes. Como escrevi antes, é legal tomar cuidado para não replicar exatamente o que está no title no H1, o que pode ser interpretado como spam pelo algoritmo dos buscadores.

Eu sempre incluo apenas uma H1 por documento, para aumentar a força dos termos mais importantes. Mas o Matt Cutts, neste vídeo aqui, diz que, em determinadas situações, pode-se usar esse elemento várias vezes na página. Pessoalmente, nunca encontrei uma situação em que isso valesse a pena.

Alguns designers menos experientes podem hesitar em incluir a H1 em seus layouts por acreditarem que ela irá arruinar o visual das páginas que estão criando. Isso porque elas apresentam um tamanho de fonte muito grande e geram quebras de linha indesejadas. Essas questões podem ser facilmente resolvidas via CSS. Para eliminar os line breaks, por exemplo, basta usar o código:

h1 {
display: inline;
}

Apesar de ser um recurso simples de implementar e de ter potencial para melhorar o rankeamento de uma página, muitos sites ainda não usam a H1 de forma correta ou a ignoram completamente. Talvez o seu site esteja perdendo muitos acessos provenientes dos buscadores por não utilizar um elemento que pode ser incorporado com rapidez e facilidade.

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Publicado em 17 de julho de 2009

O objetivo deste experimento é verificar a importância que o algoritmo do Google dá às headings tags, especificamente à tag H1.

Para isso, criei 4 documentos com palavras inventadas que não estão indexadas no Google. São elas Xaaxeexiixooxuu e Zaazeeziizoozuu.

Subi aqui para o site os arquivos Xaaxeexiixooxuu1.html (sem H1) e Xaaxeexiixooxuu2.html (com H1).

Para que a ordem em que os links aparecem ou os números no final do arquivo não influenciem o resultado, criei também o Zaazeeziizoozuu1.html (agora o que tem H1 vem antes) e o Zaazeeziizoozuu2.html (sem H1).

Depois que o Google indexar essas páginas, vou buscar pelas palavras e ver qual arquivo aparece antes: se o que tem H1 ou o que não tem.

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Publicado em 8 de junho de 2009

Sou muito fã de animes. Um que me agrada em especial é o Naruto.  Além de ter um traço excelente e muito quebra pau, o desenho passa valores legais e tem lições que podem ser aplicadas na nossa vida — ou no nosso trabalho! Este post traz sete lições do famoso anime que pode ser aplicadas na gestão da carreira de uma pessoa.

Uzumaki Naruto

As lições do Naruto podem ser aplicadas na nossa vida profissional

1. Tenha uma meta

“Eu vou ser hokage“. Quem já assistiu o Naruto pelo menos algumas vezes sabe muito bem que o objetivo dele é ser hokage — o ninja mais forte e líder da aldeia. No começo, poucos dão crédito ao garoto, mas, pouco a pouco, todos percebem que ele caminha mesmo para esse destino.  Seja na Vila da Folha ou numa mega corporação, ter uma meta é fundamental. E quanto mais ambiciosa ela for, mais longe você irá.

2. Tenha bons mentores

Grande parte da evolução do Naruto se deve aos seus senseis.  Se não fosse pelo Kakashi e pelo Jiraya, ele jamais desenvolveria suas habilidades tão bem e tão rápido. Esse último, alías, só aceitou treinar o garoto depois que ele insistiu muito.  Quando você encontrar um chefe no qual confia e acredita, terá achado seu mentor.  Respeite-o, obedeça-o e aprenda com ele.

3. Encontre inimigos

Yin e Yang. Sem uma nemesis, você jamais alcançará seu potencial máximo. Inimigos como o Zabuza ajudaram o Naruto a ficar mais forte e a conhecer sua verdadeira natureza. É impossível agradar a todos dentro de uma companhia e certamente você encontrará uma pessoa que tem pensamentos e atitudes opostas às suas. Não se acovarde e trave uma luta digna com ela.

4. Cumpra suas missões

No anime, as missões são prioridade para o Naruto. Ele sempre cumpre as tarefas que lhe são destinadas. Nunca há desperdício de tempo e nem desculpas, seu único foco é o trabalho que lhe foi dado. Quando temos esse espírito na empresa em que trabalhamos, estamos indo na direção certa.

5. Trabalhe em equipe

Os ninjas do anime trabalham sempre em times de quatro pessoas, sendo uma delas o líder. Cada um tem um papel fundamental para o sucesso nas lutas e juntos eles são muito mais fortes que individualmente. Em uma empresa, conseguir dividir responsabilidades e trabalhar em harmonia com os colegas é fundamental para o sucesso dos projetos.

6. Valorize a estratégia

Nas lutas, o oponente não é único fator a ser considerado. O terreno, as condições climáticas e as suas próprias habilidades também fazem parte da equação. Para vencer, é necessário aprender a olhar o todo. Faça uso da estratégia para perceber perigos e também oportunidades em sua carreira.

7. Seja humano

Lembre-se, acima de tudo, de que você não é uma máquina. O Naruto tem muito defeitos e imperfeições, assim como nós — felizmente. Mas ele também tem coração, é honesto e sabe o que é compaixão. Tenha valores, respeite as pessoas e nunca use-as levianamente para alcançar o seu objetivo. Cresça em sua empresa, mas seja do bem.

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Publicado em 30 de maio de 2009

Impossível não gostar de um cara que nem o Carl Sagan. Ele sempre defendeu a verdadeira ciência e lutou contra o obscurantismo e a superstição. O seu Mundo Assombrado pelos Demônios está entre os livros mais legais que já li. O homem era um gênio Astrofísica e tinha um puta jeito de gente fina, como dá para conferir na série de TV Cosmos — um documentário escrito e apresentado por Sagan e veiculado pela BBC em 1980.

O programa fala por si. É a história do nosso universo, narrada de uma maneira simples e muito bonita. Tem boa parte dela no YouTube, nesta lista de reprodução aqui.

Aí em baixo tem a primeira parte do primeiro capítulo, se você gostar, dê um jeito de assistir tudo. Vale muito a pena,

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Uma das mais importantes  decisões relacionadas ao SEO é a escolha correta do CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo). Seu CMS pode deixar o SEO fácil ou, em alguns casos, torná-lo virtualmente impossível. A seguir 14 fatores cruciais que você deve verificar em um CMS antes de se comprometer a usá-lo.

1. Controle sobre títulos, tags H1 e meta descriptions.
Você pode ficar chocado, mas mesmo no século 21, ainda há CMS’ que não oferecem controle sobre esses elementos básicos da página. Pior, muitas vezes o fornecedor desses sistemas cobra valores exorbitantes para fazer essa mudança, tratando-a como um projeto de customização. Simplesmente insista nessas capacidades e, se isso custar algo extra, procure outro sistema.

2. Controle sobre os atributos alt das imagens.
Certifique-se de que você tem a habilidade de implementar o atributo alt em suas tags de imagem. Essa é melhor maneira que você tem para dizer a um mecanismo de busca do que se trata uma imagem. Essa capacidade é indispensável.

3. Texto de âncora personalizado. Outra característica que não pode faltar. Garanta que o CMS escolhido permita que você faça isso. Não assuma que esse é um recurso padrão, pois ele está ausente em muitos sistemas.

4. Suporte a nofollow, noindex. Mesmo que dê para viver sem este aqui, lembre-se de que essa capacidade pode poupar você de pesadelos com conteúdo duplicado, além de ser últil para fazer escultura básica de PageRank.

5. Evite complicações com textos ocultos. Muitos CMS’ fazem uso legitimo de display: none, mas há diversas outras maneiras de criar texto oculto. Grande parte desses usos são legítimos e não devem causar aborrecimentos. Entretanto, procure alguns comentários sobre o seu CMS potencial em fóruns e veja se alguém teve problemas de texto com ele.

6. Redirecionamentos canônicos. Verifique se você pode implementar um redirecionamento canônico apropriado (usando o código 301!). Além disso, cheque a maneira que o CMS manipula o ocumento padrão. Você quer acabar com todos os seus links internos apontado para www.seudomínio.com/index.html (ou algo similar)? Isso não é desejável.

7. Redirecionamentos padrão. Com sorte, os redirecionamentos padrão serão 301. Caso contrário, deve ser simples selecionar um 301. Se não for desse modo, em algum ponto do futuro um desenvolvedor bem intencionado vai acabar usando um 302 por acidente.

8. Urls limpas sem parãmetros de sessão. É crítico que seu CMS não se apóie em IDs de sessão em suas URLs (nem a encha de outros parâmetros). O CMS deve usar cookies para enviar dados sobre os usuários e aceitar o fato de que usuários sem cookies terão uma performance pior.

9. Estrutura de URLs customizável. O criador do CMS não deve ser a pessoa que decide a estrutura de URLs de seu site. O seu time de SEO é quem faz isso. Não aceite um CMS que não permita controlar esse recurso.

10. Breadcrumbs. Esse elemento de navegação realmente reforça a estrutura do site para os crawlers dos mecanismos de busca. Os breadcrumbs ajudam a passar o “tema” do seu site de uma maneira otimizada.

11. Controle de conteúdo duplicado. Esse é um dos problemas mais comuns de um CMS. Muitos deles criam grandes quantidades de conteúdo duplicado. Os realmente bons ou evitam isso de maneira competente ou oferecem uma maneira de acertar isso.

12. Otimização escalável. Em sites grandes você não poderá otimizar páginas no braço. Será necessária uma maneira escalável de acertá-las — para isso é necessário que seu CMS tenha flexibilidade.

13. Um modo de publicar artigos de modo opicional. Em um site grande você pode ter um catálogo de páginas que são publicadas com informações provenientes de um banco de dados. Você pode querer suplementar isso com algum conteúdo escrito a mão, mas se existirem milhares de páginas você só conseguirá fazer isso com algumas delas. Se o seu CMS permite a você escrever partes do conteúdo, enquanto outras são geradas dinãmicamente,  isso é uma vantagem.

14. Geração de sitemap. Como o seu CMS está ajudando na geração do site, ele deve estar também preparado para ajudar você a criar um mapa do site em XML.

Bons CMS’, amigáveis aos mecanismos de buscas, existem. Alguns exemplos são o Drupal, o Joomla e o PixelSilk. Logicamente plataformas de blogging como o WordPress trabalham bem para esses propósitos também.

Adiante-se e invista tempo para analisar essas questões. Isso pode poupar você de muita dor de cabeça no futuro.

Não escrevi. Só traduzi daqui.

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